Presidente da APAM e do CMDPD apresenta demandas de melhorias na assistência de pessoas com deficiência Data de Publicação: 21 de setembro de 2021 Fonte: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Marialva A presidente da APAM (Associação de Pais Associação de Pais de Autistas de Marialva) e do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoas com Deficiência (CMDPD), Lucia Candido de Oliveira esteve em reunião com os vereadores da Câmara Municipal de Marialva na tarde da última quinta-feira (16).  Na ocasião, Oliveira convidou os vereadores para participarem da Conferência Municipal do Direitos da Pessoa com Deficiência que será realizado no dia 7 de outubro no Teatro Sônia Maria Silvestre.  A presidente também aproveitou a oportunidade para solicitar aos vereadores o cumprimento da Lei Municipal nº 2.237/2018, que estabeleceu a prioridade do atendimento de pessoas com deficiência mobilidade reduzida, idosos, gestantes, lactantes, acompanhadas de crianças de colo e obesas, bem como a sinalização e identificação deste público em placas no comércio local e instituições. “O autismo também é considerado uma deficiência, mas poucas pessoas sabem disso. É importante que o símbolo do laço com quebra-cabeças colorido esteja identificado nas placas, para que se assegure o direito do atendimento prioritário também para essas pessoas”, ressaltou.  Oliveira solicitou ainda celeridade da Prefeitura na implantação de placas de sinalização de trânsito que identifique as vagas de estacionamento destinadas à portadores de deficiência. “A Prefeitura realizou a demarcação das vagas com pinturas na rua. Porém, a tinta se deteriora com facilidade. Por isso, a necessidade da inclusão da placa, somada a orientação de fiscais de trânsito são essenciais”, disse.   Na ocasião também foi discutida a importância da terapia ocupacional para autistas e a necessidade de contratação de outros profissionais na área de psicologia. “Em muito já avançamos. Mas precisamos da ajuda de vocês para conseguirmos mais. Não é favor, é direito. Infelizmente, apenas quando temos alguém próximo ou na família nesta situação que percebemos o quanto o poder público é falho, o quanto essas pessoas são desassistidas”, comentou.   Os vereadores se comprometeram a encaminhar as demandas por meio de proposições ao Executivo.