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Procuradoria da Mulher manifesta repúdio a qualquer forma de desrespeito às servidoras públicas

A manifestação ressalta que as mulheres no serviço público enfrentam desafios históricos e estruturais, como a desigualdade de gênero, o preconceito, a invisibilidade e a dupla jornada de trabalho.


calendar_today Data 6 de maio de 2025
sort Fonte Assessoria de Imprensa da Câmara de Marialva
tag Crédito da notícia Ariádiny Rinaldi
home Crédito da imagem Ariádiny Rinaldi


A Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal de Marialva vem a público manifestar seu posicionamento institucional diante da representação protocolada por uma servidora efetiva da Casa, que atua como advogada pública, relatando episódios de assédio moral e outras condutas abusivas supostamente praticadas por parlamentares durante o exercício de suas funções.

A procuradora da mulher, vereadora Sheila Gabarron, expressou na sessão ordinária de ontem (05/05) seu “profundo repúdio a qualquer tentativa de silenciamento, opressão ou desqualificação das servidoras públicas — mulheres que, com coragem, competência e compromisso, sustentam e transformam os serviços públicos em todas as esferas”.

Na manifestação, a vereadora ressaltou que as mulheres no serviço público enfrentam desafios históricos e estruturais, como a desigualdade de gênero, o preconceito, a invisibilidade e a dupla jornada de trabalho. Ainda assim, seguem atuando com ética, sensibilidade e excelência na construção de políticas públicas que impactam positivamente a sociedade.

“A presença feminina no setor público não é apenas uma conquista social, mas um fator essencial para a construção de uma administração mais justa, representativa e humana. Valorizar a mulher servidora é fortalecer a cidadania, a democracia e a justiça social”, reforça a procuradora.

A Procuradoria da Mulher reitera a necessidade de garantir às servidoras condições dignas de trabalho, segurança, equidade salarial e voz nos espaços de decisão. E conclui reafirmando o compromisso institucional com a escuta, o acolhimento e a defesa intransigente dos direitos das mulheres.